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Segurança digital para ISP, boas práticas para sua empresa

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Segurança digital para ISP, boas práticas para sua empresa

Os ISPs tornaram-se elementos importantes na inovação e melhoria do acesso à tecnologia e informação no Brasil. Porém, como este ainda é um mercado recente, existem muitos desafios. Neste sentido, as práticas de segurança digital para ISP são um tema recorrente, importante e que exige a atenção de gestores e equipe de profissionais. 

 

Naturalmente, exigem diferentes demandas. Hoje, um ISP precisa de uma estrutura, tanto nas redes propriamente ditas, quanto em seus data centers, para que os dados da empresa e de seus clientes, estejam protegidos. Além disso, com o aumento dos ataques DDoS, é fundamental que o ISP tenha boas práticas para evitar problemas neste sentido.

 

Neste cenário, há boas práticas de segurança digital para ISPs que devem ser aplicadas. Selecionamos as principais neste texto! 

Principais práticas de segurança digital para ISP

É preciso compreender que a segurança digital para ISPs se dá por um contexto maior, que vai desde a engenharia de tráfego, até os firewalls e softwares de proteção usados. Neste sentido, a segurança digital de ISPs deve contar com estes elementos:

1- SOC é fundamental para segurança digital para ISP

Dentro do cenário de segurança digital, o SOC (Security Operations Center) é fundamental. Basicamente, o SOC é um centro onde todas as operações de segurança estão integradas. Assim, fica mais fácil monitorar e ter respostas rápidas às tentativas de ataques. Além de facilitar todo o processo de segurança digital, o SOC ainda oferece mais facilidade de gerenciamento, produção de relatórios e estabelecimento de processos. 

 

Por isso, um ISP precisa contar com um SOC em sua estrutura, para que ofereça aos seus clientes, a segurança necessária. 

2- Monitoramento constante

Esta é uma das tarefas que cabe ao SOC, mas que precisa ser vista de forma separada. Monitorar constantemente é fundamental. Hoje, por exemplo, ataques de roubo de dados em redes de fibra óptica, são mais facilmente detectados. 

Isso acontece porque os processos de roubo de dados, em redes de fibra óptica, exigem um desvio de grande quantidade de luz, o que pode ser facilmente detectado por um monitoramento constante. 

3- Análise de vulnerabilidade de redes constante

Muitos ataques, que acabam gerando prejuízos e problemas para os ISPs e seus clientes, acontecem por descuidos, como por exemplo, portas que ficam desprotegidas, softwares desatualizados ou redes obsoletas. 

Por isso, é recomendável que seja feita a análise de vulnerabilidade de forma constante. No geral, ela é feita em conjunto com outras práticas, como o Pen Test e a análise e estabelecimento dos processos de respostas à incidentes. 

4- Processo de mitigação de ataques DDoS

Os ataques DDoS oferecem grandes riscos aos ISPs, pois inviabilizam a rede. Por isso, além de processos que evitem este tipo de ataque, é fundamental contar com um processo de mitigação. 

Mitigar ataques DDoS garante que mesmo que sua estrutura sofra uma tentativa de violação, seus clientes não sejam prejudicados. 

5- Antivírus, firewall e bloqueio de IP atualizados

Ter softwares de proteção digital atualizados e eficientes é fundamental. Muitas vezes, por pequenas falhas nestes programas, toda sua rede e dados de seus clientes, ficam expostos. 

Estas são, em conjunto com boas práticas de infraestrutura, garantem que a segurança digital para ISPs fique preservada. 

Nós, da Everest Ridge, podemos oferecer todas estas soluções e garantir que seu ISP esteja protegido. Temos know how e clientes de diferentes portes no setor, para garantir a excelência de nossas soluções. 

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