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Redução de Downtime, como tornar sua rede disponível sempre

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Redução de Downtime, como tornar sua rede disponível sempre

Dentro de uma infraestrutura de TI, a redução de downtime é um dos principais objetivos. O Downtime acontece quando, por alguma razão, a rede fica indisponível ou excessivamente lenta, inviabilizando seu uso. 

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Cada vez que ocorre um downtime, há prejuízos para a empresa, principalmente se ele ocorrer em momentos de maior utilização. 

 

Neste sentido, é fundamental que haja um processo de redução de downtime, que deve seguir as diretrizes que vamos apontar neste artigo. 

 

Salientando sempre que cada rede tem suas particularidades e que é fundamental um bom projeto, para evitar problemas estruturais ou de ordem lógica. 

 

O que fazer para a redução de downtime?

 

É importante entender que o Downtime tem diversas origens. Identificá-las é o primeiro passo. 

 

Muitas vezes, a rede fica indisponível por que há mais tráfego do que a estrutura suporta. Como as organizações não tem um tráfego linear, que sempre tem a mesma quantidade de acessos, é preciso que haja um processo de engenharia de tráfego

 

Mas a engenharia de tráfego só é possível, perante outras práticas. Por isso, existem alguns pontos que devem ser feitos, para a redução de downtime. 

 

Selecionamos um passo a passo para a redução do downtime! 

1- Revisão e otimização do projeto de redes

 

Muitas vezes, o downtime acontece por que a estrutura já não suporta mais as solicitações dos terminais. A otimização dos servidores, melhora da estrutura e demais elementos, podem ajudar e muito. 

 

Mas para não ficar fazendo soluções aleatórias, é importante que se refaça ou melhore o projeto de redes. 

2- Monitoramento constante e centralizado

 

Você só saberá quando um downtime acontece e principalmente, as origens dele, se fizer um monitoramento constante de redes. Se a sua rede não é monitorada de forma sequencial e rotineira, será impossível estabelecer com precisão a origem das paradas ou da lentidão. 

 

Por exemplo, imagine que em determinado horário, tenha ocorrido um downtime. Se você não tem um monitoramento constante, não saberá como encontrar a raiz do problema. Ficará procurando e provavelmente, não achará uma boa solução. 

 

Já com o monitoramento, será possível estabelecer os episódios que geraram o downtime, onde eles ocorreram e quais os motivos. 

 

Neste sentido, o NOC é o ideal. Ele centraliza todo o monitoramento de suas redes, o faz de forma ampla e com relatórios e dados completos. 

3- Sistemas de segurança otimizados

 

Este é um ponto que muitas vezes acaba escapando despercebido. Com as crescentes necessidades de sistemas para segurança digital, muitas vezes, o desempenho das redes acaba prejudicado. 

 

Mas isso só ocorre se as soluções não forem integradas e otimizadas, de acordo com as necessidades da empresa em si. Quando uma solução de segurança digital é implementada, ela precisa ser organizada e otimizada de acordo com o projeto de redes estabelecido. 

4- Educação dos usuários

 

Este é um ponto sensível. Muitas vezes, o downtime se dá por má utilização dos terminais, por parte dos usuários. Neste sentido, é importante estabelecer treinamentos e materiais educativos, para que a utilização seja feita da melhora forma possível. 

 

A redução do downtime é um desafio constante e toda empresa precisa de investimento neste sentido. Por isso, nós da Everest Ridge estamos aqui para te ajudar! Entre em contato conosco.

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