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Menos de 60% das empresas latino-americanas, tem políticas de segurança de informação

Menos de 60% das empresas latino-americanas, tem políticas de segurança de informação

Uma parceria firmada entre a TIVIT e o International Data Group (IDC) foi o pontapé inicial do desenvolvimento de um relatório que comprova um fato que muitas pessoas já desconfiavam: a pandemia do novo coronavírus (SARS-CoV-2) causou mais desconfiança nas pessoas quanto à segurança da informação. Segundo o relatório desenvolvido pelas organizações, o qual foi chamado de Cybersecurity e Governança em Ambientes Híbridos, um pouco menos de 60% das empresas da América Latina tem a segurança cibernética como sua principal prioridade estratégica.

 

Neste sentido, a questão de proteção de dados fica na frente até mesmo da adoção de recursos como big data, inteligência artificial e computação na nuvem. Esta última, por sua vez, foi bastante apontada quando no que tange às ferramentas cruciais para garantir a segurança de informações. Com o fato de grande parte dos funcionários estar trabalhando em home office, esse tipo de infraestrutura foi a escolha de muitas empresas para entregar sistemas e aplicações de forma segura, independentemente de onde o funcionário se encontra.

Este ponto é tratado como uma prioridade nas empresas e continuará ganhando mais notoriedade ao longo dos anos. Atualmente, a segurança trata-se de uma prática que possibilita a continuidade dos negócios. Para que isso aconteça, é preciso que qualquer ameaça seja neutralizada de maneira eficiente. É uma forma de responder à nova legislação, proteger clientes e adotar boas práticas com o uso da tecnologia.

Segundo a TIVIT, no ano de 2020 as organizações brasileiras investiram mais de US$ 1 bilhão em softwares, soluções e serviços de segurança de informações. A previsão é de que esse valor aumente até a casa dos US$ 1,33 bilhão até o ano de 2024. Todavia, boa parte desses investimentos não estavam previstos. De acordo com o relatório, quase metade das empresas participantes se viram obrigadas a reestruturar seu orçamento de última hora devido á pandemia do Covid-19.

 

Mesmo tendo ficado em terceiro lugar na lista de prioridades, a nuvem continua sendo de fundamental importância para a proteção dos dados. Trata-se de uma maneira eficaz de neutralizar ameaças. A partir da utilização de uma nuvem pública, tem-se especialistas dedicados à proteção dos clientes, o que reduz custos e aumenta a eficiência do trabalho realizado. Já para companhias que demandam plena disponibilidade, a nuvem híbrida aparece como solução pois mantém as informações estratégicas armazenadas localmente.

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