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Ataque hacker é considerado, pelo presidente da Microsoft, o maior do mundo

Ataque hacker é considerado, pelo presidente da Microsoft, o maior do mundo

Em dezembro de 2020, milhares de agências governamentais e empresas de Wall Street tiveram seus dados expostos por meio de um ataque cibernético. O ataque à SolarWinds, empresa de infraestrutura de informação, foi considerado pelo presidente da Microsoft, Brad Smith, o maior ataque do mundo e o mais sofisticado também.

Os hackers utilizaram a plataforma Orion, da SolarWinds como porta de entrada para invadir sistemas de aproximadamente 18.000 empresas e agências governamentais. Essas instituições utilizavam software Orion para gerenciar suas redes de computadores. Especialistas acreditam que o ataque envolveu mais de 1.000 hackers.

 

Impacto na segurança cibernética

A FireEye, considerada a mais forte companhia de segurança cibernética, deve seu sistema invadido e seus dados violados. Além disso, órgãos do Governo norte-americano também foram afetados como: FERC – Comissão Regulatória Federal de Energia, Departamento do Tesouro, Departamento de Energia, Nacional, Departamento do Comércio, Departamento de Justiça e a NNSA – Administração Nacional de Segurança Nuclear, instituição responsável pelas armas nucleares dos Estados Unidos. 

A partir do ataque, muitas empresas estão reavaliando o uso da SolarWinds em seus ambientes de TI, como também qualquer coisas que software ou sitema que pode introduzir vulnerabilidades no seus ecossistema. 

Especialistas apontam que o governo norte-americano vai avaliar aplicativos e infraestrutura para atender os padrões de segurança. Dessa forma, os gatos com softwares de avaliação de ameaças e vunerabilidades e proteção na nuvem vão aumentar. 

 

Violação na Microsoft

Brad Smith disse que o ataque à Microsoft aconteceu em novembro. Os cibercriminos se espelharam na rede da companhia para extrair parte do código-fonte para desenvolverem o software. Smith acredita o o ataque hacker à SolarWinds foi o maior que já se viu nos últimos anos. Segundo o presidente da Microsoft, esse ataque durou nove meses ao longo do ano passado, antes de ser detectado no final de 2020.

A companhia designou mais de 500 engenheiros de software para investigar o maior ataque cibernético do mundo. 

Hacker russo

Especialistas em segurança cibernética apontam que pode levar meses ainda para identificar todos os sistemas que foram comprometidos, e expulsar os cibercriminosos. De acordo com o Jornal Washington Post, o grupo russo hacker conhecido como CozyBear ou APT29 é o responsável pelo maior ataque do mundo. 

Esse grupo teve acesso a milhares de companhias e instituições governamentais dos Estados Unidos. Os serviços de inteligência norte- americanos apontam que o objetivo do ataque é coletar informações sigilosas e relevantes. Até o momento, a Rússia negou qualquer tipo de responsabilidade sobre o ataque.

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