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ISPs que não migrarem para IPv6 estarão fora do mercado em alguns anos

ISPs que não migrarem para IPv6 estarão fora do mercado em alguns anos

Em painel no iBusiness 2019, evento da Redetelesul que reúne a maior parte dos ISPs da região sul do País, o gerente de desenvolvimento e projetos do NIC.br, Antonio Moreiras, afirmou que é hora de migrar para o IPv6. Para ele, o IPv6 não é mais o protocolo de Internet do futuro, precisa ser implementado agora. Sabemos que as grandes operadoras já estão fazendo um trabalho muito sério nesse sentido e concordamos com Moreira em algo que ele afirmou: “Os ISPs que não aderirem ao novo protocolo IPv6 estarão fora do mercado em alguns anos.”

E, embora a implantação do IPv6 seja fundamental, é complexa e exige cuidados, testes e começar devagar. Como, então, o ISP pode fazer isso? O caminho é a Reengenharia de Tráfego que, além de ajudá-lo a evitar impactos para o usuário final, permite fazer um planejamento e um redesign mais preciso e, dependendo do ISP, ainda resultar em até 30% de redução de custos fixos. Isso mesmo, é possível implementar uma nova tecnologia e, ao mesmo tempo, reduzir custos fixos.

Com a Reengenharia de Tráfego, é feito um mapeamento completo com uma análise profunda de desempenho, é possível fazer um redesenho de topologia das redes com maior precisão e existem várias estratégias para melhorar conexões e integrações. Como isso acontece? É preciso entender a relação dos ISPs com seus parceiros estratégicos, que também resultam em redução de custos diretos, o quanto a empresa teve um crescimento acelerado ou fez alguma fusão que impactou a rede.

E o trabalho pode ser feito para implementar uma nova tecnologia, mas temos cases de somente estudo da rede que geraram benefícios inclusive intangíveis.

Hoje, com a alta demanda por performance e pressão pela redução de custos, realizar um trabalho de reengenharia de tráfego pode ser essencial para o sucesso de uma operação. Uma análise do desenho de topologia de redes e entender como melhorar as conexões, observar onde há integrações e quais os acordos com parceiros estratégicos pode ajudá-lo a migrar de maneira menos disruptiva para o IPv6 e, de quebra, obter uma boa redução de custos.

*Márcio Vidal é Diretor de Engenharia da Everest Ridge
Fonte: Computer World

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